Tratamento e Cirurgia Incontinência Urinária Copacabana - RJ

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tratamento incontinencia urinaria copacabana rjA incontinência urinária é a perda involuntária de urina que pode estar relacionada a diferentes causas. Este distúrbio pode levar a desajustes psicossociais, alterando a qualidade de vida do indivíduo e necessita de uma avaliação precisa para elaboração de um diagnóstico.
As causas de incontinência urinária no homem adulto podem estar relacionadas  às cirurgias realizadas na próstata, ao crescimento da próstata e a instabilidade da musculatura da bexiga.
Nas mulheres idosas, a incontinência urinária pode estar relacionada à diminuição da capacidade de contração da bexiga, da diminuição da capacidade da bexiga como reservatório e perda da capacidade de retardar a micção.
Aliado a estes fatôres, uma grande parte das mulheres pode ter associado uma hiperatividade da musculatura da bexiga (detrussor), que é a denominada bexiga hiperativa. Esta instabilidade é caracterizada pelo aumento da frequência urinária e uma incapacidade de esvaziar totalmente a bexiga.
O relaxamento da sustentação da bexiga e da uretra podem condicionar a incontinência urinária de esfôrço, principalmente em pacientes idosas, mulheres submetidas a cirurgias da região pélvica, partos por via vaginal ou aquelas submetidas a tratamento com radioterapia.
Tanto homens como mulheres podem desenvolver a chamada incontinência urinária paradoxal. Esta ocorrência é caracterizada pela perda de urina em  uma bexiga, que não consegue esvaziar e transborda. É mais comum nos homens, secundária a processos obstrutivos da próstata e da uretra.  Nas mulheres a incidência é menor e pode estar relacionadas às cirurgias para correção de incontinência urinária, doenças neurológicas ou secundárias ao diabetes.
Tratando-se de patologia extremamente complexa, necessita de uma avaliação precisa, inclusive para excluir diagnósticos menos complexos.
Uma cistite em uma mulher, a eliminação de um cálculo urinário ou uma prostatite, simulam os sintomas de uma  incontinência urinária ou de uma bexiga hiperativa, entretanto com possibilidade de tratamento mais simples.

O diagnóstico da incontinência urinária e da bexiga hiperativa inicia-se com a história clinica,  exames laboratoriais e  de imagem. É de grande importância  o tratamento de infecções do trato urinário e a detecção de pacientes portadores de diabetes.
Uma Ultrassonografia do aparelho urinário poderá evidenciar alguma causa  obstrutiva do trato urinário. A presença de um  tumor de bexiga, na próstata ou cálculos urinários  poderá ser observada. A presença de um grande resíduo urinário pós-miccional  pode ser constatada, através da ultrassonografia evidenciando um fator obstrutivo.
A avaliação funcional do aparelho urinário é realizada através do Estudo Urodinâmico.
Este exame é de fundamental importância no diagnóstico diferencial, dentre as enfermidades que  acometem o trato urinário.
Através dele será possível determinar se os sintomas relatados são decorrentes de um processo obstrutivo ou secundário de uma bexiga hiperativa.
Tanto nos homens quanto nas mulheres o tratamento da hiperatividade da musculatura da bexiga é medicamentoso, além da possibilidade de fisioterapia pélvica, através de eletroestimulação em casos onde não houve resposta as medicações.
A incontinência urinária masculina, decorrente a instabilidade da musculatura da bexiga é um evento comum, após as cirurgias realizadas na próstata. Um acompanhamento inicial de 6 meses deverá ser realizado e na persistência da sintomatologia, uma avaliação urodinâmica poderá ser solicitada.
Deve-se avaliar doenças neurológicas associadas, presença de infecções do trato urinário e a possibilidade de doença obstrutiva, mesmo após um tratamento cirúrgico para desobstrução da próstata.
Na persistência de doença obstrutiva da próstata, pela presença de um lobo prostático residual, uma nova cirurgia poderá ser realizada para ressecção da doença residual - RTU da Próstata(ressecção endoscópica da próstata).
Presença de estenose da uretra, habitualmente tem uma evolução mais tardia  e uma cirurgia por via endoscópica - uretrotomia interna deverá solucionar a obstrução.
A persistência da incontinência urinária após os 6 meses iniciais descritos em pacientes submetidos a cirurgias prostáticos, já submetidos a sessões de fisioterapia pélvica, sem regressão da sintomatologia,  onde o diagnóstico de insuficiência esfincteriana foi firmado, poderão ser submetidos a tratamento cirúrgico, por injeção de substância periuretral ou colocação de esfíncter artificial.
Mulheres com diagnóstico de incontinência urinária de esforço, secundária a deficiência esfincteriana ou hipermotilidade da uretra poderão ser submetidas a tratamento cirúrgico.
A cirurgia consiste na colocação de dispositivo sintético-Sling, que aumenta a resistência da uretra a pressão abdominal. É um procedimento minimamente invasivo, necessita de um bloqueio anestésico raquiano e um dia de internação.
Existem diferentes marcas de Slings. Os tipos utilizados são transobituratórios e os suprapúbicos e cabe ao especialista, a melhor indicação para cada caso.


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